Nova Liga de Softbol Profissional será lançada em agosto nos EUA

rosemont Ballpark,Uma nova liga profissional de softbol feminino está em processo de criação e promete revolucionar o esporte e ao que tudo indica, sua estreia deve acontecer em agosto. De acordo com Graham Hays, da ESPN.com, a Athletes Unlimited (AU) está prometendo remunerações de mais de US$1milhão, participação nos lucros a longo prazo e um sistema reformulado de pontuação.

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Co-fundada por Jon Patricof, ex-presidente do NYCFC, time de futebol profissional da Major League Soccer (MLS), e Jonathan Soros, a AU espera ter sucesso onde outros empreendimentos profissionais de Softbol onde outros falharam em transformar a popularidade crescente da modalidade nos colégios e universidades, em um modelo de negócios lucrativo.

“As pessoas procuram novas ligas, você realmente precisa ser inovador nessas horas,” disse Patricof à ESPN. “Você realmente precisa pensar de maneira diferente. Portanto, nosso objetivo não é de replicar o modelo usado em outras ligas profissionais, é o de pensar de maneira diferente sobre como podemos criar algo que envolva fãs jovens e diferentes e que amplie o ponto de entrada de pessoas no esporte.”

rosemont Ballpark,Ao invés de seguir o formato tradicional de com disputas em vários estádios, a AU contará com quatro times sediados em Rosemont, Illinois e em parte da área metropolitana de Chicago. O Rosemont Ballpark, estádio exclusivo para Softbol, é a casa do Chicago Bandits, da National Pro Fastpitch (NPF), a liga profissional dos Estados unidos, que vai para a sua 17ª temporada em 2020 é um deles.

Algumas atletas que já se comprometeram a jogar na AU têm contratos com as Bandits, incluindo Kelly Barnhill e Gwen Svekis. De acordo com Patricof, a nova liga tem trabalho formalmente com a Comissária da NPF, Cheri Kempf, para que as competições não se prejudiquem.

Cada uma das quatro equipes da AU jogará três partidas por semana. Ao termino da rodada, os times serão redraftados pelas atletas que tiverem mais pontos na semana, com a pontuação determinada de acordo com um novo sistema individual que recompensará o desempenho da equipe e do desempenho pessoal.

“Estamos convencidos que os fãs seguem jogadores e não os times,” declarou Patricof. “Portanto, há essa oportunidade de realmente tirar proveito desse aspecto e de como repensa uma liga profissional..”

Um conselho consultivo formado por quatro atletas (Svekis, Victoria Hayward, Jade Rhodes e Haylie Wagner), onde se reúnem com os fundadores da AU todas as semanas desde outubro. O conselho ajuda a moldar o sistema de pontuação entre outras coisas.

Patricof declarou que as atletas receberão uma remuneração mínima de US$10 mil por seis semanas de temporada, Os bônus para os times e por performance individual podem chegar a US$ 35mil.  Na NPF, a média salarial é de menos de US$10 mil para três meses de temporada. Com 56 atletas, a AU, terá uma remuneração que poderá ultrapassar US$1milhão.

Ainda de acordo com os fundadores da AU, a liga já conta com 14 atletas. Existe contatos com a USA Softball, porém ainda não existe nenhuma parceria oficial. Petricof não quis comentar sobre transmissões dos jogos por emissoras de televisã ou ou sobre uma plataforma de streaming. Além de não anunciar o nome do patrocinador oficial.

A AU pretende incluir outros eventos esportivos com o mesmo modelo, o que inclui modalidades masculinas e femininas.

NÃO DEIXE DE ASSISTIR

(Dra. Karina Hatano explica as precauções das suspensões)

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