[Coluna] Mas, afinal, a culpa é de quem?

A culpa é de quem?Certamente a maioria dos leitores do site e praticantes do softbol (e do beisebol também), tenha participado de alguma conversa, de uma roda de discussão, que, em algum momento, chega naquela clássica questão: mas, afinal, a culpa é de quem? E essa dúvida sempre vem à tona quando falamos sobre os rumos, a organização e o futuro do softbol nacional.

Respostas padrões a parte, vale lembrar que trata-se de uma pergunta muito generalista, já que grande parte das conversas que convergem neste assunto, pouco evoluíram nas últimas décadas.

Ou seja: tudo se resume a apoio e gestão. Óbvio.

Mas ainda assim, será que realmente é só isso? Será que foi um único personagem que nos colocou, enquanto comunidade, na alienação do “muito se fala, pouco se faz e nada muda”?

Fora que essa pergunta pode ser aplicada a diversas questões, e, nesse contexto, o que podemos esperar do esporte? O que esperar do esporte amador? E principalmente: o que esperar do esporte amador no Brasil?

Ter essa percepção é importante para que possamos direcionar a atenção ao que realmente precisa ser discutido: será que esse tempo todo fizemos a pergunta certa? Será que nesse tempo todo buscamos realmente corrigir os problemas? E, até mesmo, nivelar as expectativas de acordo com o verdadeiro sentido de pragmatismo?

Por fim, não seria muito reducionista percorrer um culpado antes mesmo de entender o problema na raiz?

Levando em consideração o emergencial resgate histórico, de modo que possamos revisitar alguns pontos que nos ajudem a entender o cenário atual, com o devido cuidado de incluir alguns filtros, como o contexto socioeconômico e todo o choque comportamental que impacta significativamente a relação estrutural da nossa modalidade, a proposta deste editorial é investigar a coerência de algumas “verdades” que foram estabelecidas através do cruzamento de percepções e experiências, sempre de peito aberto e sem medo de botar o dedo na ferida.

É a possibilidade de aprender, entender e responder com mais propriedade não apenas ao título desta coluna, mas também a muitas outras questões que possam colaborar para um desenvolvimento mais sólido do softbol enquanto modalidade, entendendo suas necessidades e particularidades.

Por isso convidamos você, caro leitor, a embarcar no movimento #juntossomosmaisfortes, que mais que uma “hashtag”, é um movimento de conexão, de diálogo e aproximação, em busca de um desenvolvimento mais orgânico do nosso esporte.

Junte-se a nós e até a próxima!

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